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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Análise: Saints Row 2

Saints Row 2
Um game não muito conhecido, porém vale a pena experimentar.


O jogo começa logo após seu antecessor, quando você cai na armadilha de um político corrupto, e o jogo começa na infermaria de um penitenciária com a disculpa de que no ato da armadilha seu rosto foi totalmente desfigurado, uma boa disculpa para começar um novo personagem, se você ja jogou The Sims você irá se surpreender com o enorme leque de possibilidades, você pode fazer o personagem que lhe der vontade, até mesmo uma mulher, na verdade um dos grandes fortes do jogo é a personalização pois você pode personalizar seu personagem, carro, gangue e até mesmo sua casa. A personalização do carro (ou a compra do mesmo. Sim da pra comprar carros nesse jogo uma coisa que sempre sonhei em Grand Theft Auto agora é relidade em Saints Row), casa, a compra de roupas e acessórios para seu personagem lhe darão pontos de estilo. Esses pontos de estilo servem como bonus de respeito ao término de uma missão secundária que lhe dará o respeito nescessário para realizar as missões principais do jogo.



Mas voltando a história quando seu personagem foge da prisão descobre que sua gangue a 3rd Street Saints, já não existe mais e agora a cidade é dominada pela corporação Ultor, e as gangues Sons of Samedi, Brotherhood of Stillwater e os Ronin, até ai ja da pra deduzir, aquele clichê de sempre o gangster tentando recuperar sua gangue e o jogador é acaba tendo de fazer trabalho para outros gangsters para conseguir respeito e dinheiro para reerguer sua gangue. Até ai se assemelha muito a Grand Theft Auto San Andreas, porém em GTA você está diante de um enredo cheio de surpresas reviravoltas e muito bem trabalhado, mas em Saints Row 2 a coisa muda, o enredo é dispensável, é mais como aqueles filmes norte-americanos de ação que se passam no gueto. Até existem diálogos e situações engraçadas, mas o objetivo é simples matar o líder de todas as gangues citadas e assim tomar controle da cidade, isso mesmo, no fim do jogo só resta sua gangue na cidade. 



Quanto ao aspécto visual do jogo, realmente para um jogo de 2007 deixa muito a desejar, eu diria que parece mais um jogo de "sexta geração e meia", principalmente para quem viu o incrível trabalho da Rockstar Games em Grand Theft Auto IV, pois a modelagem do cenário e dos personagens deixa muito a desejar, além das texturas que sofrem o mesmo problema, e quanto aos veículos da a parecer que ouve um caprícho maior mas nada gritante.



Mas o que é um jogo de gangsters sem armas? Nesse quesito não há do que que reclamar pois a variedade é satisfatória, e nisso com certeza ele se destaca quanto a GTA IV, e você realmente se sente na pele de Tony Montana quando está armado com uma escopeta ou rifle de assalto, por falar nisso o realismo do jogo deixa a desejar em relação a GTA IV.



O jogo usa engine física da Havok, o que pode ser bom se os produtores souberem programa-la direito, pois fazendo uma comparação direta com GTA IV, que usa a Euphoria Engine, se você for atropelado você irá rodar pelos ares como um boneco de pano, ao contrário do jogo da Rockstar, em que realmente o personagem tem articulações.



Enfim, para quem quer um jogo sério, com história complexa cheia de reviravoltas, pode desistir de Saints Row 2, mas se você quer um jogo sem compromisso, divertido e com um grande leque de possibilidades para personalização e exploração, esse é seu jogo principalmente para aqueles que jogam GTA sem compromisso algum com a história  e causando o terror na cidade, pois essa é a proposta do jogo, ser divertido. Quanto a trilha sonora foi bem escolhida, na minha opinião até melhor que a de GTA IV, conta com músicas para todos os gostos, desde Rap a Metal passando por Música Clássica, Rock Moderno, Rock Clássico, Reggae, Funk e Eletrônica. 

sábado, 5 de junho de 2010

Análise: Bola Social Soccer

Bola Social Soccer é um MMO do Orkut e Facebook muito bom joguem!!!!!!



Bola Social Soccer é um aplicativo do Orkut e Facebook, em que você administra o seu próprio
clube de futebol, e você pode mudar o nome, pode escolher a cor do seu símbolo que o representará a cor de seu uniforme, você ira ter de desafiar seu colegas para para subir de nível e se preciso você terá que desafiar pessoas do mundo a fora que jogão Bola Social Soccer e você
também pode paticipar de muitos torneios o primeiro se chama "BOAS VINDAS", ele
não presisa de nenhum requisito para você participar do torneio, e para uma pessoa como eu que
joga atualmente o jogo, fala que terá muitas mais utilidades para o jogador e um dos mais importantes é o estádio você deve comprar arquibancadas para o seu torcedor e a cada pessoa
em um banco equivale a R$5,00 ganho também tem a academia é a area de treinamento dos jogadores e você também pode contratar um empresario para cuidar de seu negócio e fazer uma nova formacão para o seu time, há também o museu que la mostra o número de vezes em que você foi campeao de um torneio, e algo importante no museu é que lá mostra o número de partidas ganhas e perdidas.
E para mim o mais importante é o mercado que em breve dará para as pessoas fazerem suas vendas e compra de jogoadores, e mudar o meu meio-campo inteiro para deixar meu time mais ofensivo.

domingo, 23 de maio de 2010

Análise do Final Fantasy:Dissidia - [PSP]

Ficha Técnica


Fabricante: Square-Enix
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Lançamento: 25/08/2009
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Distribuidora: Square-Enix
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Suporte: Cartão de memória



Uma das maneiras fáceis e seguras de garantir o êxito de um jogo de série consagrada é apelar à nostalgia. A onda retrô continua tomando de assalto o mercado de games, dando oportunidade para releituras e homenagens boas e ruins terem vez de brilhar.

"Final Fantasy Dissidia" faz parte deste grupo de produções, optando pela fórmula consolidada pela série "Super Smash Bros.": juntar personagens famosos em lutas frenéticas.

Apesar do conceito soar um bocado como caça-níquel, entra em cena aqui o tradicional esmero da Square Enix, que fez de "Dissidia" um pacote repleto de conteúdo e referências que o tornam tanto um título que agrada fãs apenas pelas citações (o chamado 'fan service') como também se justifica como game de luta.


Nostalgia e competência


Comparei "Dissidia" com "Smash Bros." e, de fato, o título de PSP lembra muito "Brawl", versão mais recente da série da Nintendo lançada em 2008 para Wii. Uma batalha de proporções magnânimas afeta todos os principais universos de "Final Fantasy". A deusa da ordem e paz Cosmos reúne dez heróis para enfrentar Chaos, deus da discórdia, que por sua vez junta dez vilões.
Respectivamente, todos são os personagens e antagonistas principais dos episódios de I a X de "Final Fantasy" - sendo que há dois lutadore secretos, um de "FF XI" e outro de "FF XII", homenageando assim todos os capítulos já lançados da linha principal.

AS lutas em si, contudo, remetem a títulos da série "Dragon Ball", primando por movimentos velozes, golpes exorbitantes e combates aéreos. A princípio o sistema parece mero esmagamento de botões, mas trata-se de uma mecânica refinada concebida pela Square Enix. Sim, tal qual em "Smash Bros." é possível apenas apertar botões a esmo e sem muita estratégia para se divertir e vencer lutas. Porém, quem se aventurar nos detalhes encontrará um esquema profundo e equilibrado, que permite uma ampla variedade de estratégias. Ou seja, são controles divertidos tanto para quem busca diversão simples como aqueles que buscam a mesma complexidade típica dos episódios da série.

Há inclusive uma configuração de controle que substitui os comandos de ação em tempo real típicos de luta por ordens via menu, tal qual nos próprios jogos da franquia. Soa como mera perfumaria, mas até isso funciona bem e concede uma nova forma de encarar "Dissidia".
Cada lutador dispõe de golpes de tipos variados e tabelas de atributos (tal qual em um RPG). No modo de história (que organiza as lutas em um mapa, como uma espécie de tabuleiro) é possível acumular experiência e evoluir os guerreiros, adquirindo também novas habilidades e até mesmo equipamentos, adicionando diversas camadas extras de estratégia. Há dezenas de golpes e objetos para coletar, garantindo muitas horas de exploração e combates para aqueles que gostam de colecionar itens.

Fora isso, "Dissidia" conta com um sistema próprio de conquistas (como os Achievements e troféus de Xbox 360 e PlayStation 3, respectivamente), que prolonga imensamente a vida útil do jogo, oferecendo sempre algum novo desafio a completar. Por fim, encerrando a imensa variedade de conteúdo disponível, há também novas roupas, sons, ícones e outras bugigangas virtuais colecionáveis, todas disponíveis para comprar com pontos adquiridos quando se luta.

O modo de jogo com a história principal é acompanhado de um Arcade (no qual apenas se enfrenta inimigos em sucessão, sem um roteiro) e também opções de partida rápida (lutas simples) e Versus, para enfrentar amigos apenas em rede local, nada de online, infelizmente.

O visual honra a fama da Square Enix, sendo facilmente um dos mais bonitos do PSP. O nível de detalhes dos personagens beira o capricho visto em "Crisis Core" e a taxa de frames não engasga, garantindo embates rápidos e empolgantes mesmo em cenários amplos.

A trilha sonora, como já era de se esperar, recicla temas clássicos, introduzindo arranjos inspirados a eles. Não chegam a ser as melhores versões das canções, mas certamente encantam. Da mesma forma a dublagem oferece um mínimo de competência, mas sai prejudicada pelo fato de os diálogos nas cenas de animação serem bobos.




Análise de Rock Band Unplugged - [PSP]




Ficha Técnica:



Fabricante: Harmonix Music
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Lançamento: 09/06/2009
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Distribuidora: MTV Games
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Suporte: 1 jogador

O Jogo:


Os jogos musicais já se consolidaram definitivamente nos videogames caseiros, então o próximo passo é a conquista dos mercados portáteis.

"Guitar Hero" já fez sua jogada no ano passado, abraçando o Nintendo DS e criando até um inusitado acessório, o Guitar Grip, que visa a recriar no portátil a mesma sensação de usar o controle-guitarra que tanto caracteriza a franquia.

Sendo assim, a franquia concorrente direta, "Rock Band", migrou para o PSP, rival direto do portátil da Nintendo, e manteve boa parte das raízes da marca.

Enquanto "Guitar Hero" é marcado pela inovação e buscou isso também no Nintendo DS, "Rock Band" privilegia o refino de uma mecânica de jogo consolidada e é exatamente isso que vemos em "Unplugged".


Igual,mas em miniatura:


O título adapta a clássica mecânica de "Rock Band" aos botões do PSP. Em vez de uma guitarra com comandos coloridos, usa-se o direcional digital e os botões faciais do portátil. Na prática, nada revolucionário, visto que é também como se jogam os primeiros "Guitar Hero" ou até games da série "Dance Dance Revolution" no controle.

A grande novidade de "Unplugged" é o fato de um jogador controlar toda a banda. Não o conjunto de instrumentos simultaneamente, mas uma parte de cada vez. Em cada trecho das canções é possível escolher entre alguns instrumentos ou ser obrigado a tocar um específico. Conforme se acerta a sequência de notas um medidor se preenche e, quando cheio, obriga a mudança de instrumento também.

Assim, não basta ter atenção à sequência de botões da esteira em que se está jogando, mas também atentar ao momento de mudar de faixa (ação realizada com os gatilhos superiores L e R) e igualmente à sequência que se inicia nas outras partes. Confuso a princípio, mas logo se assimila o sistema.

Mesmo com essa adição à mecânica, a experiência de jogo se assemelha demais às versões originais nos consoles caseiros, excetuando-se, claro, os controles-instrumentos, e cumprindo assim bem a promessa de recriar a série em ambiente portátil.

O grande foco de "Unplugged" é o modo World Tour, no qual se cria uma banda e objetivo é tocar em diversas cidades e casas de show, arrebanhando fãs, ganhando dinheiro, equipamentos melhores e oportunidades de apresentações maiores. Tal qual nas contrapartes maiores, é possível criar nome de banda e detalhes visuais dos integrantes - sendo que conforme se avança novos itens de vestuário e aparência são liberados.

O progresso é idêntico ao World Tour convencional, sem cortes ou adições. A ressalva fica para a lista total de músicas: poucas novidades e muitas recicladas de edições passadas de "Rock Band". Não que isso seja ruim, mas o desequilíbrio é patente.

Por mais que alguns clássicos sejam bacanas e obrigatórios, fica a sensação de setlist reciclada.

Rockstar solo

Fora o modo World Tour, há à disposição o tradicional Quick Play, para partidas rápidas e nada mais. Nada mais mesmo. Falta variedade de opções em "Unplugged".

Pior ainda, o jogo se limita à experiência solitária, visto que não oferece nenhum tipo de partida multiplayer para duas ou mais pessoas. E aí está uma das grandes falhas do título, que é excluir totalmente a experiência compartilhada, justamente um dos trunfos da edição original em consoles caseiros.

Os episódios de "Guitar Hero" no DS não são nenhum primor em termos de jogo para várias pessoas simultaneamente, mas a opção está lá e a cada nova iteração se mostra como uma característica mais robusta e interessante.

Como única forma de prolongar a diversão, "Unplugged" possui uma loja online para comprar novas canções. Porém, mesmo aí há ressalvas. Tal qual na lista de músicas que já acompanha o game, a seleção inclui muitas faixas já lançadas para as edições caseiras e o preço de dois dólares por cada uma é salgado, considerando que só podem ser usadas no jogo de PSP e ainda sem a opção de jogo multiplayer.

Tecnicamente, o título não decepciona e recria bem o estilo visual característico da série "Rock Band". A qualidade de som é limpa e cristalina e ainda há o detalhe de que o instrumento tocado no momento fica levemente mais alto, criando um efeito interessante e servindo como referência.


Tenha uma idéia do game visualizando as fotos abaixo:

Capa do jogo



O jogo =D


Menu do jogo




















Análise de Tekken 6 - [PSP]



A série "Tekken" se destaca como uma das mais antigas e bem-sucedidas séries de lutas tridimensionais.

No início primava por seu estilo de luta realista, semelhante ao de "Virtua Fighter", e um roteiro intrigante com personagens carismáticos.

Com o passar do tempo e o surgimento de outros títulos de peso no mercado, tornando a concorrência acirrada, a Namco Bandai decidiu inchar o game de modos de jogo, personagens e opções de personalização, mas mantendo a mecânica intacta.

Nos consoles caseiros a experiência acaba sendo interessante e divertida graças à grande variedade de tipos de partida. No PSP, contudo, a produtora decidiu focar apenas nas lutas, resultando em algo muito parecido com "Soulcalibur: Broken Destiny": um jogo de lutas 3D minimamente competente.

Lutas competentes e nada mais


A base é o "Tekken 6" de consoles, contando assim com uma imensa lista de lutadores. Há mais de 40 personagens, incluindo figuras bem antigas, como Jin, Heihachi e Paul até novatos a exemplo de Lars, Alisa e o gorducho Bob.

Como de costume na franquia, todos possuem uma extensa e variada lista de golpes, abrangendo um grande leque de estilos de luta. O design de cada também é bem peculiar, afastando a impressão de personagens genéricos que tanto assola alguns games do gênero.
Na hora dos combates o desempenho é exemplar. Os personagens são bem animados e detalhados, grandes na telinha do PSP e a taxa de quadros é constante. Os cenários, ainda que simples no design, apresentam também visual eficiente e colorido.

Contudo, fora dos ringues a produção beira a simplicidade extrema. Todos os modos de partida são variações de lutas um contra um. Não há partidas entre equipes ou o modo de beat'em up presente nos consoles caseiros. A falta de capricho se aplica também ao modo multiplayer, que permite lutas apenas em rede local, nada de online,tal qual acontece também no "Soulcalibur" portátil.

Lutando contra um amigo é possível também trocar arquivos de ghost (fantasmas que imitam seu estilo de luta) e rankings de pontuação.

Como extra, o jogo traz uma versão simplificada do editor de personagens. Ainda que reduzido, o modo continua sendo bem detalhado, permitindo mudar roupas, acessórios e tipos de penteado dos lutadores para utilizar nas lutas. Completando, há uma galeria para ver os filmes liberados de abertura do game, finais e prólogos de todos os guerreiros.

Estes são os personagens participantes desse game incrivel!






A capa do jogo será a seguinte:




Ps:Estou postando a análise desse game para PSP,as versões de outros consoles são um pouco diferentes,e bervemente este jogo estará disponibilizado para download (pelo menos pela plataforma PSP)


segunda-feira, 17 de maio de 2010

Dante's Inferno

Foi em meados de Junho, por volta da E3, que visualizei o primeiro trailer de Dante’s Inferno. Na altura, fiquei bastante intrigado com o tema do jogo, e quando descobri que a história se passava no Inferno, dei saltos de alegria. “Vai ser possível vaguear pelo inferno e matar criaturas grotescas e infernais? Contem comigo” pensei. Depois de meses de ansiedade e expectativas, o jogo chegou finalmente às minhas mãos, e com ele, a oportunidade de visitar o inferno. “E que tal foi a visita?” perguntam vocês curiosos. Continuem a ler e descobrirão.

A história de Dante’s Inferno é uma adaptação de “A Divina Comédia”, um poema épico escrito na idade média por Dante Alighieri. A personagem que encaramos é Dante, um veterano cruzado. Beatrice é o seu amor e tencionava casar-se com ela, mas antes disso acontecer, parte numa missão com os cruzados. Durante esta missão, Dante comete várias atrocidades, que levam a um encadeamento de acontecimentos e consequentemente à morte de Beatrice. Dante volta ao seu lar apenas para encontrar o corpo ensanguentado de Beatrice e ver Satanás apoderar-se da sua alma e arrasta-la consigo para as profundezas do Inferno. Não se conformando com a ideia que o seu único amor esteja destinado a sofrer para toda a eternidade no inferno, Dante mostra-se disposto redimir-se perante os seus pecados e a enfrentar o inferno inteiro para salvar a alma de Beatrice.

'Dante's Inferno' Screenshot 1

Digam olá ao King Minos.

O inferno está dividido em nove círculos: Limbo, Lust, Glotuny, Greed, Anger, Heresy, Violence, Fraud e Treachery. Cada círculo está situado numa posição mais baixa que o anterior, imaginem uma pirâmide feita de círculos virada do avesso. Para avançarmos para o círculo seguinte, precisamos de efectuar uma série de descidas, seja a saltar de corda em corda enquanto enfrentamos labaredas de chamas, ou a descer através de colunas feitas com corpos empilhados. O inferno é um local hostil e doloroso, gritos e sussurros estão sempre presentes, e em cada círculo vemos pessoas presas nas paredes e ouvimos frases relacionadas com o pecado que cometeram.

Cada círculo do inferno tem um aspecto único e um certo tipo de criatura está associada a cada um deles. Devo dizer que existem criaturas incrivelmente bizarras, mas as que mais me surpreenderam foram os bebés com laminas no lugar das mãos, quando acabámos com eles, soltam um grito arrepiante. Para além das hordas de criaturas infernais, existem outro tipo de obstáculos, os puzzles. Estes são pouco variados e resumem-se a mover objectos e a puxar alavancas.

'Dante's Inferno' Screenshot 3

Estes bebés são arrepiantes.

A nossa jornada pelo inferno não é feita de forma solitária, temos a companhia de Virgil, um dos maiores poetas da Roma antiga. A função de Virgil é guiar-nos através dos diferentes círculos infernais. No decorrer do jogo vai descrevendo as diversas partes do inferno bem como os seus pecadores.

Para além de Virgil, somos também “acompanhados” por duas belas e poderosas armas, a Foice da Morte (que derrotámos logo no início do jogo) e uma Cruz pertencente a Beatrice. Os ataques da Foice são rápidos, velozes e agressivos, funcionam eficazmente a curtas distâncias. A contrastar com a Foice, os ataques da Cruz de Beatrice são mais suaves e repletos de luz. Estas duas armas representam de certa forma o bem e o mal existente em Dante.

Em Dante’s Inferno podemos optar por punir ou absolver os nossos inimigos. Conforme as nossas escolhas, vamos receber pontos Holy ou Unholy. Com estes pontos podemos desbloquear novos ataques ainda mais poderosos e espectaculares para as nossas armas. Com os pontos Holy é possível adquirir novos habilidades para a Cruz de Beatrice. A mesma situação passa-se com a Foice, a diferença é que são necessários pontos Unholy.

Voltando à história de Dante’s Inferno, esta é contada de três formas diferentes, através de cinemáticas pré-renderizadas em alta definição, cinemáticas in-game e sequências animadas. As primeiras são realmente belas, detalhadas e cheias de cor. É pena que exista uma diferença abismal entre as cinemáticas in-game e pré-renderizadas. Aproveito agora para referir que o aspecto visual é ponto fraco de Dante’s Inferno. Por defeito, é um jogo demasiado escuro, mas felizmente, antes de iniciarmos o jogo somos alertados para a existência das opções de calibração de imagem. A falta de detalhes nos ambientes e criaturas que nos rodeiam é constante. Também é possível observar várias texturas de baixa resolução.

Mas estes defeitos no campo visual trazem aspectos bastante positivos. Eu estou a referir-me aos 60FPS e à completa ausência de slowdowns. Terminei o jogo uma vezes e posso dizer que a fluidez foi constante do princípio ao fim.

'Dante's Inferno' Screenshot 2

kamehameha.

A jogabilidade é bastante variada, e para além das armas já referidas, possuímos poderes mágicos. Apenas temos ao nosso dispor quatro destes poderes de cada vez, mas existem mais. A melhor opção é escolher aqueles que se identificam melhor com o nosso tipo de jogabilidade. A utilização destes poderes mágicos é condicionada por uma barra de mana. Quando esta se esgota, não podemos utilizar esta habilidade. Os upgrades existentes com base nos pontos Holy e Unholy podem aumentar esta barra, bem como a barra de vida. As fontes de mana espalhadas pelo inferno recarregam a nossa mana. Também existem fontes de vida e de pontos.

Dante’s Inferno poderá agradar aos mais exploradores que gostam de coleccionar tudo o que existe. Nos cantos mais obscuros do inferno podemos encontrar vários objectos e passo a citá-los: Pieces of Silver, Beatrice Stones e Relics. Destes objectos, os que mais compensam encontrar são as Relics. Estas garantem-nos bónus, como por exemplo, aumento da percentagem de dano causada por nós e diminuição da percentagem de dano causa pelos inimigos. Existem várias, todas com as suas vantagens especiais e estão espalhadas pelos nove círculos do inferno.

'Dante's Inferno' Screenshot 4

Toma para aprenderes.

Não poderia terminar esta análise sem mencionar as semelhanças de Dante’s Inferno com God of War. As QTEs, os movimentos da personagem, os combos, os puzzles, o sistema de gravação, a interacção com o ambiente, tudo isto “trezanda” a God of War. Não me intendam mal, isto não é propriamente um aspecto negativo, mas seria agradável ver um Dante’s Inferno com uma personalidade mais própria, até porque sinto que é um jogo com enorme potencial.

Apesar do seu aspecto visual que ficou um pouco abaixo do padrão nos jogos do género, Dante’s Inferno é capaz de proporcionar diversão e de vos prender até ao fim do jogo. Para uns pode se tornar repetitivo e sem interesse, mas é uma óptima escolha para os apreciadores do género, principalmente se gostaram de God of War. Violência e Brutalidade são o prato principal do jogo, se é disso que estão à procura, sirvam-se.

domingo, 9 de maio de 2010

Análise do jogo Grand Theft Auto IV


  Análise do jogo Grand Theft Auto IV


Introdução:


 Nono título de uma das franquias de mais sucesso do mundo dos games, um caça-níquel para sua produtora a Rockstar Games, um dos jogos mais esperados de seu ano de lançamento (2008) que vendeu mais de um milhão de cópias na semana de seu lançamento, se isso já não bastasse ganhou como jogo do ano em 2008. Vai aí uma análise do jogo Grand Theft Auto IV:


Armas:

Como em todo GTA não poderiam faltar às armas afinal trata-se de um jogo em que se comete crimes, a lista de armas do jogo não é muito diferente de seus antecessores seguindo a mesma linha as armas vão desde facas à lança mísseis. Aí vai a lista:

Taco de Baseball

 Capacidade: N/A
 Dano: 1
 Cadência: N/A
 Recarga: N/A
Faca

 Capacidade: N/A
 Dano: 1
 Cadência: N/A
 Recarga: N/A
Pistola (Glock 17)

 Capacidade: 17
 Dano: 25
 Cadência: 3 tiros/seg
 Recarga: 2 segundos
Pistola (Desert Eagle)

 Capacidade: 9
 Dano: 40
 Cadência: 3 tiros/seg
 Recarga: 2 segundos
SMG (SW MP-10)

 Capacidade: 30
 Dano: 20
 Cadência: 15 tiros/seg
 Recarga: 1,7 segundos
Micro-SMG (Micro-Uzi)

 Capacidade: 50
 Dano: 20
 Cadência: 15 tiros/seg
 Recarga: 2,2 segundos
Escopeta (Winchester 1300)

 Capacidade: 8
 Dano: 20
 Cadência: 0,8 tiros/seg
 Recarga: 2,9 segundos
Escopeta (Beretta 1201)

 Capacidade: 10
 Dano: 10
 Cadência: 2 tiros/seg
 Recarga: 2,9 segundos
Rifle (M4 Carbine)

 Capacidade: 30
 Dano: 30
 Cadência: 7,5 tiros/seg
 Recarga: 2,1 segundos
Rifle de Assalto (AK-47)

 Capacidade: 30
 Dano: 30
 Cadência: 7,5 tiros/seg
 Recarga: 2,1 segundos
Sniper (Remington R700P)

 Capacidade: 5
 Dano: 75
 Cadência: N/A
 Recarga: 1,3 segundos
Sniper (HK PSG1)

 Capacidade: 10
 Dano: 75
 Cadência: 2,5 tiros/seg
 Recarga: 2,1 segundos
RPG ( RPG-17)

 Capacidade: 1
 Dano: N/A
 Cadência: N/A
 Recarga: 2,1 segundos
Coquetel Molotov

 Capacidade: 1
 Dano: Fogo
 Cadência: N/A
 Recarga: N/A
Grenada (MK-2 Grenade)

 Capacidade: N/A
 Dano: Explosão
 Cadência: N/A
 Recarga: N/A
  


Jogabilidade:

 Como todo jogo da série, GTA IV não é diferente, o jogo segue o estilo open-world ou sandbox que permite ao jogador simplesmente explorar o cenário fugindo das missões principais do jogo, que tem ligação com a história do jogo, ou seja, você está livre para roubar carros, motos, barcos e até mesmo pilotar helicópteros, sair com amigos, namoradas, e comprar roupas, mas infelizmente não tem a possibilidade comprar residências como nos títulos anteriores, você apenas as ganha com o andamento do jogo no modo história, que pode ser feito a qualquer momento indo apenas a um ponto destacado no HUD com as iniciais do personagem para quem você fará a missão.
 Como muitos sabem o jogo se passa em perspectiva de 3ª pessoa, ou seja, você vê o personagem, ao contrario de jogos como call of duty em que se joga na visão do personagem, mas isso já é possível por meio de uma modificação disponível apenas no jogo de PC.


Ambiente:

O jogo se ambienta na cidade de Liberty City uma clara cópia da cidade de Nova York, incluído suas Ilhas e Bairros sendo eles: Broker (baseado no Brooklyn), A ilha de Algonquin (baseada na Ilha de Manhattan), Dukes (baseado no bairro do Queens), Bohan (baseado no Bronx) e por último a Ilha de Alderney City (baseada em Novo Jérsei). Além disso ainda temos construções famosas como: a Estátua da Liberdade (com o nome de Statue of Happiness ou Estátua da Felicidade), o Empire State Builiding (que no jogo recebe o nome de Rotterdam Tower), A Times Square (com o nome de Star Junction), entre muitos outros...   




Rádios:

Uma das inclusões existentes desde o GTA III foram as rádios, são rádios fictícias com músicas licenciadas escolhidas pela Rockstar aí vai a lista das rádios e músicas tocadas nelas:


1 - "Signal Failure" - Padded Cell
2 - "The Devil in US (Dub)" - Black Devil Disco Club
3 - "No Pressure (Deadmau5 Remix)" - One + One
4 - "Brain Leech (Bugged Mind Remix)" - Alex Gopher
5 - "B.T.T.T.T.R.Y. (Bag Raiders Remix)" - K.I.M.
6 - "Tits & Acid" - Simian Mobile Disco
7 - "Let Your Body Learn" - Nitzer Ebb
8 - "Testarossa (Sebastian Remix)" - Kavinsky
9 - "I Thought Inside Out (Original Mix)" - Chris Lake vs. Deadmau5
10 - "& Down" - Boys Noize
11 - "Waters Of Nazareth" - Justice
12 - "Turn To Red" - Killing Joke
13 - "Make It Happen" - Playgroup
14 - "Optimo" - Liquid Liquid
Fusion FM



1 - "The Edge" - David McCallum
2 - "Funk In The Hole" - Roy Ayers
3 - "Heavy Tune" - Gong
4 - "Holy Thursday" - David Axelrod
5 - "Knucklehead" - Grover Washington, Jr
6 - "Pokusa" - Aleksander Maliszewski
7 - "Raisins" - Ryo Kawasaki
8 - "Stomp" - Marc Moulin
9 - "Stratus" - Billy Cobham
10 - "Sneakin' In The Back" - Tom Scott & The L.A. Express
IF 99 - International Funk



1 - "A Chance For Peace" - Lonnie Liston Smith
2 - "Galaxy" - War
3 - "Give The People What They Want" - The O'Jays
4 - "Home Is Where The Hatred Is" - Gil Scott-Heron
5 - "Just Kissed My Baby" - The Meters
6 - "Livin' It Up" - Mandrill
7 - "New Bell" - Manu Dibango
8 - "Sorrow, Tears and Blood" - Fela Kuti
9 - "Truth Don Die" - Femi Kuti
10 - "Who Is He And What Is He To You" - Creative Source
11 - "You Can't Hide Love" - Hummingbird
12 - "Zombie" - Fela Kuti
JNR - Jazz Nation Radio 108.5



1 - "April In Paris" - Count Basie
2 - "Giant Steps" - John Coltrane
3 - "Let's Get Lost" - Chet Baker
4 - "Moanin" - Art Blakey And The Jazz Messengers
5 - "Move" - Miles Davis
6 - "Night And Day" - Charlie Parker
7 - "Snap Crackle" - Roy Haynes
8 - "St. Thomas" - Sonny Rollins
9 - "Take The 'A' Train" - Duke Ellington
10 - "Whisper Not (Big Band)" - Dizzy Gillespie
K109 - The Studio



1 - "Burning Love Breakdown" - Peter Brown
2 - "Can't Live Without Your Love" - Tamiko Jones
3 - "Dancer" - Gino Soccio
4 - "Get On Up And Do It Again" - Suzy Q
5 - "On A Journey" - Electrik Funk
6 - "Standing In The Rain" - Don Ray
7 - "Supernature" - Cerrone
8 - "Till You Surrender" - Rainbow Brown
9 - "Underwater" - Harry Thumann
10 - "Walk The Night" - Skatt Brothers
L.C.H.C HardCore Rock



1 - "A Day In The Life" - Murphy's Law
2 - "All Your Boyz" - Maximum Penalty
3 - "Back To Back" - Underdog
4 - "Enforcer" - Leeway
5 - "Injustice System" - Sick Of It All
6 - "It's The Limit" - Cro-Mags
7 - "Just Can't Hate Enough" - Sheer
Terror
8 - "Right Brigade" - Bad Brains
9 - "Tell Tale" - Killing Time
10 - "Victim In Pain" - Agnostic Front
LRR 97.8 Liberty Rock Radio



1 - "1979" - The Smashing Pumpkins
2 - "Cocaine" - Steve Marriott's Scrubbers
3 - "Cry" - Godley & Creme
4 - "Dominion / Mother Russia" - The Sisters of Mercy
5 - "Edge Of Seventeen" - Stevie Nicks
6 - "Evil Woman" - ELO
7 - "Fascination" - David Bowie
8 - "Goodbye Horses" - Q Lazzarus
9 - "Heaven And Hell" - Black Sabbath
10 - "Her Strut" - Bob Seger & The Silver Bullet Band
11 - "I Wanna Be Your Dog" - Iggy Pop
12 - "Jailbreak" - Thin Lizzy
13 - "Mama" - Genesis
14 - "New York Groove" - Hello
15 - "One Vision" - Queen
16 - "Remedy" - The Black Crowes
17 - "Rocky Mountain Way" - Joe Walsh
18 - "The Seeker" - The Who
19 - "Street Kids" - Elton John
20 - "Straight On" - Heart
21 - "Thug" - ZZ Top
22 - "Turn You Inside Out" - R.E.M.
Massive B



1 - "Badder Den Dem" - Burro Banton
2 - "Set It Off" - Choppa Chop
3 - "Real McCoy" - Mavado
4 - "Raise It Up" - Jabba
5 - "Brrrt" - Bunji Garlin
6 - "Youths So Cold" - Richie Spice
7 - "All About Da Weed" - Chuck Fenda
8 - "Call Pon Dem" - Chezidek
9 - "Last Night" - Mavado
10 - "Da Order" - Spragga Benz
11 - "Bullet Proof Skin" - Bounty Killer
12 - "Church Heathen" - Shaggy
13 - "No Fraid A" - Munga
14 - "Driver" - Buju Banton
Radio Broker



1 - "Arm In Arm (Shy Child Mix)" - The Boggs
2 - "Cocaine" - Cheeseburger
3 - "Disneyland, Pt 1" - Get Shakes
4 - "Get Innocuous" -
LCD Soundsystem
5 - "Homicide" - The Prairie Cartel
6 - "Inside The Cage (David Gilmour Girls Remix)" - Juliette & The Licks
7 - "Mayday" - Unkle Featuring The Duke Spirit
8 - "No Sex For Ben" - The Rapture
9 - "One Horse Race" - Tom Vek
10 - "Pony" - Teenager
11 - "Raging In The Plague Age" - Les Savy Fav
12 - "Riot In The City" - White Light Parade
13 - "Sleep Is Impossible" - Deluka
14 - "Strange Times" - The Black Keys
15 - "Take It With A Kiss" - The Pistolas
16 - "The Teacher" - Ralph Myerz
17 - "Vagabond" - Greenskeepers
18 - "Wrap It Up" - Whitey
19 - "Yadnus (Still Going to the Roadhouse mix)" - !!! (Chk Chk Chk)
San Juan Sounds



1 - "Atrevete-Te-Te" - Calle 13
2 - "Impacto" - Daddy Yankee
3 - "Maldades" - Hector El Father
4 - "Ponmela" - Voltio Featuring Jowell & Randy
5 - "Salio El Sol" - Don Omar
6 - "Sexy Movimiento" - Wisin & Yandel
7 - "Siente El Boom (Remix)" - Tito El Bambino
8 - "Ven Bailalo" - Angel Y Khriz
The Beat 102.7


1 - "What's The Problem" - Styles P
2 - "Anybody Can Get It" - Uncle Murda
3 - "Nickname" - Qadir
4 - "Where's My Money" - Busta Rhymes
5 - "Getaway Driver" - Maino
6 - "Stick'm" - Red Cafe
7 - "Wet 'Em Up" - Tru Life
8 - "Price On Your Head" - Johnny Polygon
9 - "Top Down" - Swizz Beatz
10 - "War Is Necessary" - Nas
11 - "Flashing Lights" - Kanye West featuring Dwele
12 - "Hip Hop (Remix)" - Joell Ortiz featuring Jadakiss & Saigon
13 - "Crackhouse" - Fat Joe featuring Lil Wayne
14 - "Dirty New Yorker" - Mobb Deep featuring Havoc & Prodigy from H.N.I.C Part 2 Sessions
15 - "We Celebrate" - Ghostface Killah featuring Kid Capri
16 - "Blow Your Mind (Remix)" - Styles P featuring Sheek Louch & Jadakiss
17 - "Stylin" - Papoose
The Classics 104.1



1 - "Supa Star" - Group Home
2 - "All For One" - Brand Nubian
3 - "I Got It Made" - Special Ed
4 - "D. Original" - Jeru the Damaja
5 - "Droppin' Science" - Marley Marl Featuring Craig G
6 - "Cha Cha Cha" - MC Lyte
7 - "Top Billin" -
Audio 2
8 - "Go Stetsa" - Stetsasonic
9 - "It's Yours" - T. La Rock & Jazzy Jay
10 - "Who's Gonna Take the Weight" - Gang Starr
11 - "Live At The Barbeque" - Main Source
The Journey



1 - "8:07" - Global Communication
2 - "A Rainbow in Curved Air" - Terry Riley
3 - "Arrival" - Steve Roach
4 - "Communiqué 'Approach Spiral" - Michael Shrieve
5 - "Oxygene, Pt. 4" - Jean Michel Jarre
6 - "Pruit Igoe" - Philip Glass
7 - "Remote Viewing" - Tangerine Dream
8 - "Selected Ambient Works Vol. II CD2 TRK5" - Aphex Twin
9 - "The Oh of Pleasure" - Ray Lynch
The Vibe 98.8



1 - "Because of You" - Ne-Yo
2 - "Bump N' Grind" - R. Kelly
3 - "C.O.D. (I'll Deliver)" - Mtume
4 - "Criticize" - Alexander O'Neal
5 - "Daylight" - Ramp
6 - "Footsteps in the Dark" - Isley Brothers
7 - "Freek'n You" - Jodeci
8 - "Get It Shawty" - Lloyd
9 - "Golden" - Jill Scott
10 - "Hangin' On A String" - Loose Ends
11 - "Have You Ever Loved Somebody" - Freddie Jackson
12 - "In My Bed (So So Def Remix)" - Dru Hill
13 - "Inner City Blues (Make Me Wanna Holler)" - Marvin Gaye
14 - "Inside My Love" - Minnie Riperton
15 - "It's Only Love Doing Its Thing" - Barry White
16 - "I Want You" - C.J.
17 - "Just Be Good To Me" - S.O.S. Band
18 - "Pony" - Ginuwine
19 - "You" - Raheem DeVaughn
Tuff Gong



1 - "Chase Dem" - Stephen Marley
2 - "Concrete Jungle (The Unreleased Original Jamaican Version)" - Bob Marley & The Wailers
3 - "Pimper's Paradise" - Bob Marley & The Wailers
4 - "Rat Race" - Bob Marley & The Wailers
5 - "Rebel Music (3 O'Clock Roadblock)" - Bob Marley & The Wailers
6 - "Satisfy My Soul" - Bob Marley & The Wailers
7 - "So Much Trouble In The World" - Bob Marley & The Wailers
8 - "Stand Up Jamrock" - Bob Marley & The Wailers and Damian Marley
9 - "Wake Up & Live (Parts 1 & 2)" - Bob Marley & The Wailers
The Vladivostok FM



1 - "Gruppa krovi" - Gruppa Kino
2 - "Jdat" - Marakesh
3 - "Kvartira" - Zvery
4 - "King Ring" - Seryoga
5 - "Liberty City: The Invasion" - Seryoga
6 - "Liniya zhizni" - Splin
7 - "Mama" - Basta
8 - "Nikogo ne zhalko" - Leningrad
9 - "O tebe" - Ranetki
10 - "RAP" - Dolphin
11 - "Schweine" - Glukoza
12 - "Wild Dances (Ukranian FM Version)" - Ruslana
13 - "Zelenoglazoe Taksi (Club Remix)" - Oleg Kvasha
Wktt Radio



Rádio de terroristas americanos fanáticos da ultra-diereita nacionalista duentia.
PLR - Public Liberty Radio



Rádio onde o público de Liberty City pode ligar para reclamar ou comentar algum assunto.
Integrity 2.0



História:


No jogo você controla Niko Bellic um europeu que acaba indo para a cidade de Liberty City pelas mentiras contadas em E-mails enviados por seu Primo Roman em que ele dizia estar vivendo o “Sonho Americano”, porém quando chega lá, ao invés de uma mansão fica em um apartamento cheio de baratas e no lugar de carros esportivos seu veículo principal no começo do jogo é o taxi da companhia de seu primo, pois seu primo está atolado de dívidas e envolvido com agiotas que passam a ser seus primeiros inimigos no começo do jogo. A trama do jogo é muito envolvente sendo que ao contrário de outros jogos da série você sempre vai querer saber o que te espera, porém seguindo a mesma linha dos títulos anteriores: amizades e traições, mas de um jeito diferente, pois em certos momentos do jogo você terá de escolher entre matar um ou outro personagem algumas dessas escolhas terão influência na história, o problema disso é que algumas decisões podem fazer o jogador se arrepender de ter as tomada, mas não acontecem coisas muito diferentes o que acontece normalmente é que alguns dos personagens param de falar com você, coisa que acontece normalmente quando você faz alguma decisão que vai te dar dinheiro, por exemplo, mas uma outra atitude pode resultar em uma longa amizade que pode lhe trazer bonificações, como armas com desconto, transporte grátis para qualquer lugar, cobertura (guarda-costas), entre alguns outros.
 Mas outro ponto a se levar em conta quanto à história de Niko Bellic, é que o único motivo não foi apenas às mentiras de seu primo que o trouxe a Liberty City, mas que também Niko já combateu em guerra e nisso ouve um traidor que matou todos os seus amigos e Niko soube que este traidor está em Liberty City tanto é que no final do jogo você tem a opção de matá-lo ou não.


Inclusões:

Uma das inclusões que vale ressaltar é o uso do celular que antes só servia para receber chamadas de personagens ou Pager usado até o GTA III agora é como se fosse um celular de verdade, você pode fazer e receber chamadas, mensagens, fotografar, escolher toque e até mesmo comprar toques, pelo preço de 100 dólares, a compra de toques de chamadas é feita por meio de computadores encontrados em cyber cafés encontrados por toda a cidade e também em um dos seus apartamentos onde tem um laptop em que não se paga nada, além disso, no computador você pode ler emails agendar encontros, e ver sites variados e fictícios, uma coisa não muito útil que foi incluída no jogo foi à possibilidade de assistir televisão (televisão do jogo) que assim como no computador é tudo fictício como programas e comerciais não tem muita utilidade, mas ainda serve para te distrair um pouco. Uma inclusão agora pensando nos veículos mais precisamente nos carros é o lava rápido por que agora em GTA IV seu carro fica sujo. Agora gostaria de falar das inclusões sócias de GTA IV, agora você pode sair com seus amigos do jogo ou namoradas (este segundo já era possível desde seu antecessor), estes lugares são bares, restaurante, casas de shows, salões de bilhar, dardos, lanchonetes, fast foods e strip-clubs. 

Considerações Finais:

O jogo utiliza uma Engine gráfica totalmente nova com uma física realista e com gráficos muito melhores que os antecessores e também uma nova Jogabilidade com veículos (que em minha opinião piorou), mas nada que estrague o brilho do jogo.

  
      Um jogo muito bom para quem tem um console de 7ª geração ou um PC bom o suficiente para encarar este jogaço.



Gráficos:...........8.0
História:............8.5
Som:................7.0
Jogabilidade:....7.5
Diversão:..........8.0




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